Passado sempre presente é futuro!

– Como assim, eu tinha uma tia chamada Rute?

Pois é, há algumas semanas descobri uma tia nova, Rute. Valorizo muito, muito mesmo, família. Gosto de encontrar primos, tios e – o melhor dos melhores – os filhos e netos de todos. Adoro crianças!

Só que mesmo gostando e considerando extremamente importante esta convivência, descobri esta tia nova. Mas não foi só ela, descobri também a tia Maria Elvira e a tia Olga. Puxa, não fazia a menor ideia que um dia elas existiram. Que coisa!

Tudo aconteceu porque no final do ano passado a família de minha mulher se reuniu em um restaurante, foi um evento enorme e muito gostoso. Os muitos primos criaram um grupo no WhatsApp, então um foi falando com outro, este outro com mais outros, o resultado foi muita gente reunida. Teve até uma ola na hora da foto.

Não tive dúvida, precisava fazer algo assim com minha família. Apelei também para o WhatsApp, muitos gostaram da ideia, outros não sabiam se poderiam participar e alguns poucos não se interessaram. Eu estava querendo este encontro, querendo muito, então mesmo com a pouca adesão, já sugeri data para o pequeno grupo.

Bem, a primeira data não deu certo, sugeri outra para dois meses depois – todos poderiam se planejar com tempo – e fui enviando mensagens de vez em quando para manter o clima (rs).

Ah, quando queremos alguma coisa, tudo dá mesmo certo. Primeiro, minha prima Maria Helena e o Arthur ofereceram a casa – e até a festa. Estes dois são ótimos. Depois, ainda a mesma Maria Helena e a irmã Vera lembraram de uma parte da família que há muito tempo não víamos. Pronto, assim que fiquei sabendo já fui correndo atrás da Maria Inês, seus irmãos, mãe, dos filhos e – para meu espanto – netos. Muitos netos! De repente minha família cresceu demais!

As adesões foram aumentando! Eu tinha que aproveitar a oportunidade, era hora de finalmente fazer uma árvore genealógica. Encontrei o My Heritage, um site fantástico e muito fácil de usar. Fui criando a árvore e perguntando a todos quem estava faltando. Foi uma excelente oportunidade de conversar com pessoas da família que eu nem sabia que existiam.

O My Heritage foi uma ferramenta e tanto. Se não bastasse as facilidades do site, há ainda um aplicativo vinculado, eu inseria novos parentes na fila do almoço ou enquanto fazia alguma caminhada. Viva a tecnologia!

O evento aconteceu há alguns sábados. A Maria Helena até sugeriu etiquetas para identificar todo mundo. Levei, claro, como também imprimi uma grande cópia da árvore para todos verem. Foi difícil achar uma parede para colar todas as folhas (rs).

O clima naquele dia foi extraordinário. A Maria Helena e o Arthur pensaram em uma polenta típica, servida ao som de tarantela, com muita dança, palmas e todo mundo cantando. A Renata veio de Presidente Prudente, a Maria Inês de Franca – e levou de Campinas a sobrinha Gabriela e marido Mateus, eu fui com minha mulher Cecília , minha tia Elisa e meu sobrinho Bruno direto de São Paulo. E havia muita gente de Campinas, cidade deste memorável encontro da família Andrade.

Ah, tem mais. Meu pai, Antonio Aurélio, iria fazer 86 anos dois dias depois. Claro que comemoramos, a Vera e o Renato fizeram questão de levar o bolo.

Valeu o encontro? Deixo meu pai responder, olha só a mensagem que recebi dele alguns dias depois via WhatsApp:

Eu sempre lembrarei deste dia e não tenho como agradecer!

Grande abraço!

Fernando Andrade
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