Texto com ou sem emoção?

Momento de aula, emoção pura!

Neste artigo compartilho minha experiência de vida, no site www.pessoasetecnologia.com.br compartilho meus treinamentos.

Estive com dois sobrinhos neste final de semana. Um publicitário, outro advogado, ambos nascidos nos anos 90, ambos questionando meus textos.

 Tio, legal o que você escreve! Mas seria melhor destacar apenas o que merece ser destacado!

Fiquei meio sem entender, veio a explicação através de uma frase em um dos artigos:

“… contei o que estava fazendo para conciliar os INTENSOS passeios de todos os dias e a redação de posts …”

Em vez de “intensos passeios”, não seria suficiente – ou até mesmo mais indicado – escrever apenas “passeios”?

Não consegui responder na hora, confesso que ainda não tenho a resposta. Fui então pesquisar outros artigos meus, encontrei esta frase:

“…Foi a opinião dela, junto com a minha, que culminou com a TÃO DESEJADA troca de administradora…”

Aqui seria melhor apenas “…culminou com a troca…”. Ainda não sei, minha sensação é que o texto mais seco fica meio sem “tempero”. Afinal, estes artigos não são relatórios, procuro contar casos que de alguma forma mexeram comigo.

 Mas, tio, fica chato! É melhor ler um texto mais objetivo, mais direto ao ponto!

De fato, temos tantas coisas para ler hoje em dia que textos mais breves certamente serão mais lidos. Mas ainda não tinha uma conclusão, fui procurar outros blogs.

“…Para a imensa maioria dos visitantes…”

Este é o Ricardo Freire falando sobre Amsterdam em seu blog de viagens. Bem, talvez eu esteja apelando, afinal o Ricardo fala sobre suas experiências pessoais, suas emoções. Natural escrever “imensa maioria” em vez de “maioria”.

Fui então mais longe, consultei um post do Guy Kawasaki, um dos mais conceituados comunicadores no mundo empresarial.

“… let’s just say that those options were like the proverbial two fish in Matthew 14 that fed thousands of people …”

Hmmm, aqui “proverbial two fish” nem é um exagero emocional, mas um jeito simples de falar que o texto lembra um provérbio. Apenas “two fish” não passaria a mesma ideia.

E em um slide, que título ficaria melhor em um gráfico mostrando os lucros crescentes de uma empresa? “Maior faturamento em 2019” ou “Faturamento em 2019”?

Bem, vou parar por aqui senão este texto ficará ainda maior do que está. Qual minha conclusão? Ainda não tenho, gostaria então de saber o que você acha?

Texto com emoção?

Texto sem emoção?

Se não quiser dar sua opinião aqui, peço que a envie para fernando@pessoasetecnologia.com.br. Aliás, se quiser receber meus artigos regulares, com emoção ou sem emoção (rs), é só falar e colocarei seu nome na lista de destinatários.

Grande abraço!

Fernando Andrade
www.pessoasetecnologia.com.br
fernando@pessoasetecnologia.com.br
(11) 9 9943-4909, 3214-0519

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Danilo Barreto também é meu sobrinho 🙂

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7 thoughts to “Texto com ou sem emoção?”

  1. Várias pessoas reagiram ao texto enviando e-mail diretamente para mim, vou publicá-los aqui.

    —–

    Com, com, com – isto somos nós – a geração anterior…. E, vamos continuar sendo, não tem como evitar. Então, vamos aproveitar.

    Seu texto é excelente, como sempre!!!!!

    Abraços,

    Stefi Maerker
    Master Coach
    SEC Talentos Humanos

  2. Mais um comentário enviado para meu e-mail.

    Estou com você, com emoção. Diga a seus sobrinhos que bastas eles ficaram atentos aos smiles utilizados na conversa do WhatsApp. As pessoas sempre que comentam algo, usam smiles com emoção.

    Alex Money
    IT
    Takeda

  3. Comentário enviado para meu e-mail.

    —-
    Sempre recebo seus textos e confesso que nunca pensei em interagir! Esse, porém, mexeu com minha EMOÇÃO, sim, emoção!

    Acredito que seus sobrinhos, assim como os meus que também são da década de 90, tendem a ser mais “diretos”, se bem que ultimamente adotei o termo “geração Toddynho” como sendo aquela que não tem paciência para ferver o leite e colocar o chocolate em pó, mas que já compra o produto pronto, é só sacudir e tomar! Entende como é?

    Acredito que o “direto” tem seu lugar em todo e qualquer relatório, aliás, todo relatório DEVE ser direto, não necessariamente lacônico, mas certamente nunca prolixo!

    Por outro lado, textos… ah não, textos com emoção sempre! Textos não são para ser lidos, eles devem ser saboreados, e como saborear alguma coisa que não tem gosto, que é “rápido e rasteiro”, como saborear um toddynho que se compra no mercado, sem o prazer de ver o leite ferver e acrescentar o tanto que quer de chocolate?? Não.. não me imagino assim!

    Então, caro Fernando, na minha opinião, texto com emoção! Reports podem ser diretos e secos e sem gosto.

    Neusa Chavier
    Assessora Executiva Vice Presidência
    Natura

  4. Comentário enviado por e-mail.

    —-

    Olá Fernando, não tenho dúvidas, com emoção claro.
    Dê um abraço bem forte, longo e emocionado em seus sobrinhos. Outro para você.

    Paulo Sérgio Galvão
    Palestrante e consultor

  5. Comentário enviado por e-mail.

    Amo ler seus textos COM EMOÇÃO! Sem dúvida!

    Um abração, deixe a falta de emoção para os jovens de hoje.

    AneLisye Silvestre
    Aluna

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